| Deadline: 28 de Novembro de 2025 |
Estão abertas, até 28 de Novembro de 2025, as candidaturas para o Dance People – Le Happening, a celebração final do projecto europeu SHIFT — Shaping Harmony, Innovating Forms & Thought, que terá lugar em Lyon, entre 19 e 21 de Junho de 2026. O convite é dirigido a artistas e criativos de várias áreas interessados em participar num evento que celebra a diversidade artística, a improvisação e a criação colectiva, como bailarinos, músicos, poetas, atores, artistas de circo, cantores, arquitetos, investigadores, entre outros.
O evento assinala o encerramento de um ciclo de investigação e experimentação artística interdisciplinar desenvolvido pelo projecto SHIFT, que promove a colaboração entre artistas e comunidades europeias.
As propostas podem assumir diferentes formas, como performance, texto, canção, poema ou simplesmente movimento e participação em dança, e serão integradas nas várias secções do festival, como o Big Dance Jam, os Improvised Encounters ou outras actividades do programa.
As candidaturas (o foco são artistas oriundos da Europa e do Mediterrâneo) devem ser submetidas através do formulário disponível online até 28 de Novembro de 2025, que pode aceder aqui, e os resultados serão anunciados até o final de Janeiro de 2026.
Co-financiado pelo Programa Europa Criativa, o SHIFT — Shaping Harmony, Innovating Forms & Thought questiona as formas de organização do espaço nas vidas das pessoas, a nível cultural, político e social. O projecto propõe novos formatos de expressão artística, envolvimento comunitário e interacção com o público, envolvendo artistas, especialistas e cidadãos de vários países da União Europeia e da região do Mediterrâneo.
O SHIFT defende uma mudança de paradigma: do espectador passivo para o participante activo, explorando novas relações espaciais e deslocando o foco das “estéticas visuais” tradicionais para uma “estética da acção”, mais dinâmica e experimental. As actividades decorrem em espaços não convencionais e adaptáveis, promovendo a imersão e a co-criação como motores de uma arte mais inclusiva, participativa e em diálogo com as comunidades locais.


